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• Medicina Ortomolecular X Bem Estar: Uma questão de escolha;
• Prática cada vez mais humanizada e complementar;
• Entre Obesidade e Sobrepeso, um exercício diário do "Saber se cuidar";
• Emagrecer também requer disciplina e autoconhecimento. Falta de tempo e energia, definitivamente, parecem ser o mal do século XXI;
• Somos o que comemos. COMER COM QUALIDADE É SINAL DE SAÚDE POR TODA A VIDA.




Prática cada vez mais humanizada e complementar

A Medicina é uma ciência, que como tal, precisa estar aberta ao conhecimento, à atualização. Antes de curar ou procurar tratar um indivíduo, o médico deve se preocupar em escolher a melhor forma, a mais suave e que não cause sofrimento ao seu doente. Para essa prática, o profissional deve seguir alguns protocolos, como se despir de qualquer tipo pré-conceitos, se manter constantemente informado, o melhor informado possível, saber ouvir seus pacientes e ter tempo. Essa é a melhor forma de se fazer medicina.

A Ortomolecular não é uma especialidade da medicina, mas uma complementação dentro do campo de conhecimento. É o ramo da ciência cujo objetivo primordial é restabelecer o equilíbrio químico do organismo humano. Essa prática chegou para somar e trazer mais recursos no tratamento das doenças. Quando um indivíduo está doente, ele não só carrega uma patologia, mas traz consigo uma deficiência, se não houvesse deficiência ele não teria adoecido. E a partir do tratamento da patologia, a Ortomolecular vem para suprir a deficiência obtendo um tratamento mais efetivo e com maiores chances do paciente não recorrer da doença, essa é a finalidade.
A medicina Ortomolecular foi criada a partir de estudos do bioquímico e premio Nobel, Linnus Pauling na década de 50 (século XX). A partir da idéia de suplementar corpos doentes ou em estresse seria uma forma de trazê-los ao equilíbrio novamente de forma menos agressiva e mais eficaz.

A idéia ganhou adeptos e hoje, quase 60 anos após, apesar de toda a crítica médica, vem apresentando resultados dentro da medicina cada vez mais satisfatórios na complementação dos tratamentos de doenças alérgicas, imunológicas, reumáticas, ósseas, respiratórias, oncológicas e melhora dos sintomas físicos e mentais em doenças psicológicas como depressão e síndrome ansiosa.
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Medicina Ortomolecular X Bem Estar: Uma questão de escolha

Cada paciente necessita de uma investigação detalhada de suas deficiências e necessidades para que seu organismo tenha uma resposta satisfatória.

A Medicina Ortomoluecular foi criada a partir de estudos do bioquímico Prêmio Nobel, Linnus Pauling, no século XX, década de 50, a partir da idéia que suplementar corpos doentes ou em estresse seria uma forma de trazê-los ao equilíbrio novamente, de forma menos agressiva e mais eficaz.

A idéia ganhou adeptos e hoje, após quase 60 anos e apesar de toda a crítica médica, essa prática vem ganhando resultados cada vez mais satisfatórios na área médica em se tratando de complementação no tratamento de doenças alérgicas, imunológicas, reumáticas, ósseas, respiratórias, oncológicas e também na melhora dos sintomas físicos e mentais em doenças psicológicas como depressão e síndrome ansiosa.

Não se trata de panacéia ou “trata tudo”, e muito menos charlatanismo como querem muitos contrários à técnica fazer acreditar. É simples, trata-se de dar a um corpo desequilibrado por doenças um tratamento não só medicamentoso, mas também desintoxicá-lo de excesso de drogas que embora politicamente aceitas pela medicina tem seus efeitos e danos ao organismo (quimioterápicos, antifúngicos, corticóides, antibióticos, antiinflamatórios, entre outros).

Trata-se de pesquisar a intoxicação por metais pesados vindos de agrotóxicos que pode existir no corpo pelo consumo de alimentos com grandes doses de venenos que não foram totalmente eliminados, ingeridos através de carnes, peixes, verduras, legumes e frutas. E através da poluição do ar produzida por fábricas e automóveis ou presente nos lençóis de água, entre outros fatores.
Os antioxidantes podem ter efeitos benéficos sobre o organismo não só no combate à formação excessiva de radicais livres, os geradores do envelhecimento, como na melhora da performance física, para tratamento e consequentemente uma melhora geral. Para o uso destes antioxidantes é importante a orientação médica, pois vitaminas, minerais, aminoácidos e mesmo os oligoelementos, tanto podem ser suplementados quando se faz necessários, como consumidos de forma equilibrada através dos alimentos que denominamos funcionais e que para determinados organismos têm importância maior que para outros.

Um exemplo relevante nesse caso é o consumo de peixes de águas frias por pacientes cardíacos ou reumáticos. E alimentos ricos em vitamina C, ferro e cobre para pacientes com doenças do sangue. O médico especialista na área da investigação tem o papel de identificar as necessidades e suficiências de cada indivíduo, já que a medicina ortomolecular veio para individualizar o paciente, não se trata de receita que vale para todos.

A quem se preocupou com os custos destes tratamentos, uma investigação de vitaminas pode ser feita por quase todos os laboratórios. Um médico atento ao seu paciente através de uma consulta clínica, uma bioquímica detalhada do sangue poderá estar no caminho de ajudá-lo. Não basta fazer exames, é necessário entender o paciente como um todo, alguém que vem com queixas reumáticas, fibromialgia ou mesmo dores de cabeça, é alguém que não tem somente uma queixa clínica, é um indivíduo com um histórico físico, mental, nutricional e um perfil emocional que colaboram para sua doença.

Tratar não é somente medicar, é fazer com que este paciente entenda a necessidade de seu envolvimento no seu processo de cura, que se envolva com sua saúde para ajudar o médico a encontrar a melhor forma de tratá-lo. Às vezes, o paciente não quer o compromisso de realmente se tratar ou por vezes coloca os custos como empecilho para sua mudança de hábitos que poderiam ajudá-lo a sair de seu quadro.

Então, entendemos que na verdade não temos doenças, mas somente pessoas que estão doentes. As doenças podem ser tratadas e esse tratamento depende da vontade das pessoas doentes, de sua decisão. O desejo por saúde, a necessidade de se comprometer com os aspectos positivos e realmente querer buscar equilíbrio e bem estar, são fatores que para alguns pacientes podem ser muito caros, porque exige maturidade e compromisso com a vida, a vida saudável.

Por Dra. Carmen Verônica Alves José
Medicina Ortomolecular – Homeopatia - Clínica Médica
CRM 66.996
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Entre Obesidade e Sobrepeso, um exercício diário do "Saber se cuidar"

Em medicina ortomolecular, ganho de peso está diretamente ligado à falta de nutrientes. Comer pouco não é comer bem...

As pessoas erroneamente acreditam que o menos é que faz a diferença quando o assunto é subir na balança. Mas, na realidade músculos pesam, principalmente os músculos bem tratados por exercícios, que trabalham em sua eficiência máxima, são cobrados para o gasto de energia. No caso, a principal fonte de energia para o ser humano é uma boa alimentação, bem digerida e consumida de forma correta, produzindo o necessário de combustível ao carro que necessita de cuidados especiais, carro este que é o nosso corpo. Será que o seu carro tem recebido os cuidados necessários? Será que você cuida dele para o bom funcionamento?

Vitamina, minerais, carboidratos, proteínas, são os fatores essenciais para um organismo saudável e funcionando como um carro revisado e em bom estado. Esqueça as bolinhas e os remedinhos para diminuir a fome, essas drogas apenas mexem com seu metabolismo causando dependência química, depressão, distúrbios hormonais e de comportamento, e quando paramos com a medicação o peso volta a ser o mesmo ou a mais devido o efeito rebote das drogas.

O corpo acima do peso necessita de disciplina para encontrar o seu real metabolismo e produzir a queima de gorduras e ainda continuar alimentando a máquina, nosso corpo. Na maioria das vezes tratamos o nosso corpo pior do que tratamos nosso carro, buscamos efeitos imediatistas para socorrer nossas angustias e necessidades de forma errada. Assim, quem necessita de ajuda numa situação de sobre peso ou obesidade, não é o corpo, é o indivíduo como um todo, que ansioso ou deprimido não consegue controlar sua compulsão alimentar.

Buscar as reais causas e principalmente ajuda para o problema, garante o primeiro passo para o sucesso. Optar por alimentos saudáveis, ter cuidado com o que se come, reequilibrar o organismo que pode estar adoecendo, aprendendo à parar para observá-lo e avaliar-se. Saber cuidar-se. Desse cuidado nasce um carinho maior por si mesmo, quando temos carinho procuramos o melhor, e o melhor é estar no controle da situação ser a mão que dirige o carro.
É nessa fase que olhamos para o que comemos, como nos alimentamos, procuramos exercícios que nos trazem bem estar. É estar naquele ponto em que podemos olhar para o que nos angustia e nos deprimi, encarar aquilo que nos faz mal.

Pode ser que precisemos de ajuda, pode ser algum medicamento que possa nos reequilibrar, mais somente para trazer o melhor, o bem.

Emagrecer também pode ser um processo de crescimento pessoal. Quando estamos no comando, deixamos de lado a criança que só faz o que quer, passamos a ser adultos buscando o melhor. Gente saudável vive melhor!

Por Dra. Carmen Verônica Alves José
Medicina Ortomolecular – Homeopatia - Clínica Médica
CRM 66.996
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Emagrecer também requer disciplina e autoconhecimento
Falta de tempo e energia, definitivamente, parecem ser o mal do século XXI


Todo regime começa no supermercado. Poucas pessoas sabem disso, mas só quem dispõe dos alimentos apropriados bem à mão consegue diminuir calorias. De preferência mantenha apenas coisas de regime no armário e na geladeira. O segredo é não levar o inimigo para dentro de casa e nunca, nunca mesmo fazer as compras de supermercado com fome, conselhos de especialistas da área de nutrição e tratamento de obesidade.

Aqui começa uma verdadeira maratona contra a ansiedade e a obtenção de disciplina para obter O corpo dos sonhos aliado àquela sensação de bem-estar e beleza. Mas, bem sabemos que tudo isso é consequência de uma boa saúde, que se manifesta por todo o corpo. E a dúvida paira no ar, será que sobra atenção e a disciplina necessária para essa luta contra a balança? Já que todo o estoque tenha sido distribuído, como tantas outras qualidades, de forma tão desigual.

Quem sabe ler um balanço, equilibrar custos, atender clientes, administrar uma folha de pagamentos ou cuidar da família em seus múltiplos e complexos aspectos também deve saber fazer dieta. Os princípios fundamentais são os mesmos: organização e disciplina.

A médica homeopata e especialista em medicina ortomolecular, Dra. Carmen Verônica Alves José, compara nosso corpo com um carro. Segundo ela, o motor representa nossos músculos e todos os outros componentes que fazem o carro se movimentar são nossos órgãos que devem funcionar perfeitamente para proporcionar saúde e bem-estar. "Músculos bem trabalhados por exercícios e que trabalham em sua eficiência máxima são cobrados para o gasto de energia, energia esta vinda de alimentos que bem digeridos e consumidos de forma correta se transformam em energia boa que produzirá o necessário de combustível ao carro que necessita de cuidados especiais", explica Carmen Verônica.

É o combustível que proporciona a locomoção, mas combustível de qualidade e de acordo com as necessidades do carro, se ele é a álcool, gasolina, gás ou mesmo flex e sempre na quantidade certa para que o desempenho seja satisfatório. "As pessoas erroneamente acreditam que o menos é que faz a diferença quando o assunto é subir na balança, mas o que o corpo precisa é de vitaminas, minerais, carboidratos, proteínas. Não existe dieta, é aprender a se alimentar", comenta.

A verdade é que, às vezes, tratamos o nosso corpo pior do que tratamos o nosso carro, buscamos efeitos imediatistas para socorrer nossas angustias e necessidades de forma errada, quem necessita de ajuda numa situação de sobre peso ou obesidade não é o corpo, é o indivíduo como um todo, que ansioso ou deprimido não consegue controlar sua compulsão alimentar. Buscar reais causas e principalmente ajuda garante o primeiro passo para o sucesso. "O corpo acima do peso necessita de disciplina para encontrar o seu real metabolismo e produzir a queima de gorduras e ainda continuar alimentando a máquina", afirma Carmen.

A busca por alimentos saudáveis, ter cuidado com o que se come, reequilibrar o organismo que poderá estar adoecendo, aprendendo à parar para observá-lo, avaliar-se e cuidar-se. "Com cuidados especiais pode nascer um carinho maior por si mesmo, quando temos carinho procuramos o melhor, o melhor é estar no controle da situação. Ser a mão que dirige o carro. Neste ponto já olhamos para o que comemos, como nos alimentamos, procuramos exercícios que nos trazem bem estar, já estamos naquele ponto em que podemos olhar para o que nos angústia, nos deprimi ou nos faz querer ficar melhor", diz a médica.

A especialista ainda alerta para o uso de medicamentos que inibem o apetite, segundo ela, essas drogas causam dependência e falsos resultados. "São drogas que mexem com o metabolismo do corpo, causam dependência química, distúrbios hormonais e de comportamento, depressão e no final do tratamento o efeito rebote acaba por trazer mais malefícios psicológicos e físicos", explica Dra. Carmen.

No tratamento ortomolecular, com uma abordagem individual, o paciente que precisa ou quer perder peso é visto com um todo e em alguns casos pode ser que algum medicamento para reequilíbrio seja usado. "Usamos os remédios somente para trazer o melhor, o bem. Emagrecer também pode ser um processo de crescer. Quando estamos no comando não somos uma criança que só faz o que quer, somos adultos buscando o melhor. Gente saudável vive melhor", afirma a especialista em medicina ortomolecular.

Clel Ribeiro - Jornalista
MTB 47957/SP
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Somos o que comemos
COMER COM QUALIDADE É SINAL DE SAÚDE POR TODA A VIDA


Como buscar qualidade de vida, retardar o envelhecimento e ainda comer bem?

O prato do brasileiro e seus costumes alimentares foram alguns dos principais assuntos discutidos no XXII Congresso Internacional de Prática Ortomolecular e Radicais Livres, realizado em São Paulo, no último final de semana (de 29 a 31 de maio de 2009).

O evento tratou de assuntos relacionados à prática ortomolecular, onde foram ressaltados os hábitos mundiais de alimentação, que gradativamente foram mudando ao longo do tempo. A prática da alimentação equilibrada, atividade física e diminuição do stress cotidiano, em longo prazo, transforma a vida e a saúde do corpo humano, proporcionando um envelhecimento menos sofrido e livre de patologias como diabetes, pressão-alta e colesterol.

De nós brasileiros, quem é que nunca se deparou com uma cruel dúvida entre um brasileiríssimo prato de arroz, feijão, bife, batata frita e salada e um suculento (e gorduroso) sanduíche, ou mesmo qualquer outro tipo de fast food?

É através desse delicioso dilema que, a exemplo dos profissionais adeptos da prática ortomolecular, tentamos resgatar a história de nosso país e a relação que ela tem com o que comemos nos dias de hoje. Percebemos o quanto nosso modo de viver foi influenciado pela cultura européia na época da colonização e também a alimentação.

Passada essa fase, com a ascensão econômica norte americana, passamos a copiar os moldes a lá Tio San. Resultado? A cultura de comer rápido, em qualquer lugar e o frenético ritmo de trabalho tomou conta não só das grandes capitais, mas também de cidades de médio porte, trazendo sérios prejuízos à saúde dessas populações.

Por isso que estudos e pesquisas no âmbito da alimentação se colocam no centro dessas questões sócio-culturais, pois revelam um conjunto de preocupações sobre o desenvolvimento da sociedade. Desta forma, o alimento constitui uma categoria histórica, pois os padrões de permanências e mudanças dos hábitos e práticas alimentares têm referências na própria dinâmica imposta pela sociedade.

A Dra. Carmen Verônica Alves José, clínica geral, pioneira na prática ortomolecular em Marília, defende que nesse sentido, o que se come é tão importante quanto a forma como fazemos as refeições, onde se come, como se come, com quem se come. “A vida corrida nos tirou o direito de uma refeição adequada. Não temos mais tempo para uma conversa com um colega ou familiar e para o cafezinho após o almoço. O tempo virou inimigo da alimentação saudável”, explica a Dra. Carmen.

Segundo a clínica geral, desde que nascemos começamos a envelhecer e ficamos expostos às mais diversas condições, como as predisposições genéticas e ambientais a determinadas doenças, aos maus hábitos adquiridos e os cuidados inadequados com a nossa principal fonte de saúde - a alimentação. E a muitas outras situações agressivas, principalmente o estresse do cotidiano. “Todos esses fatores agregados nos levam ao envelhecimento e o que é pior, mais suscetíveis a moléstias de todos os tipos. Doenças que poderiam ser evitadas através da alimentação e qualidade de vida”, explica.

Envelhecer é um fenômeno que, embora muitos considerem natural, cada vez mais vem sendo encarado apenas como uma doença. A única diferença entre a doença do envelhecimento e outras doenças é que a primeira afeta todos os homens e mulheres do planeta.

“Alguns hormônios diminuem com a idade, os exemplos são o Cortisol, responsável pelo stress e redução da força muscular, a Prolactina, envolvida na síntese das gorduras e a Insulina, também responsável por problemas do envelhecimento, tornando-nos todos propensos a doenças do envelhecimento”, explica a Dra. Carmen.

Claramente, esses resultados refletem o que nós todos já sabíamos sobre o envelhecimento, mas com uma diferença: as causas. Os especialistas alertam que uma saúde ótima deve ser vista como uma pirâmide. “A base de uma boa saúde e longevidade está na mudança do estilo de vida, exercícios e nutrição. Seguindo-o na escala, sabemos que vitaminas e minerais têm um papel importante em manter saúde e desempenho ideais”, explica a clínica geral e ortomolecular Dra. Carmen Verônica Alves José.

Clel Ribeiro - Jornalista
MTB 47957/SP
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